O senador Christopher S. Murphy, democrata de Connecticut, foi hospitalizado no sábado após sofrer um AVC, segundo sua chefe de gabinete, Allison Herwitt. Herwitt disse que Murphy, 53 anos, estava assistindo ao jogo de hóquei de seu filho naquela tarde quando começou a sentir dormência no braço. Ele foi levado a um hospital próximo, onde os médicos diagnosticaram um AVC, e depois foi transferido para o Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, para monitoramento e tratamento.
Herwitt disse que os médicos estavam encorajados com seu progresso e que Murphy estava acordado e alerta. Ela acrescentou que o gabinete estava otimista de que ele teria uma recuperação total. Um porta-voz de Murphy não quis fornecer mais detalhes sobre seu quadro no domingo.
Murphy tornou-se senador em 2013 e tem sido visto como um possível candidato à presidência em 2028. Ele passou as últimas semanas em campanha com democratas enquanto o partido tenta assumir o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato. Ele estava programado para ajudar na campanha em New Hampshire no domingo.
Murphy é um dos vários senadores a enfrentar problemas significativos de saúde pública nos últimos anos, um período no qual a saúde dos políticos tem recebido maior escrutínio. Em julho, o senador Lindsey Graham, republicano da Carolina do Sul, morreu subitamente de uma dissecção aórtica, uma ruptura na principal artéria do corpo.
Pelo menos dois colegas de Murphy sofreram AVCs nos últimos anos. O senador Chris Van Hollen, democrata de Maryland, passou pelo que descreveu como um AVC leve em 2022. O senador John Fetterman, democrata da Pensilvânia, sofreu um AVC quase fatal naquele mesmo ano enquanto fazia campanha para a eleição.
O senador Mitch McConnell, republicano de Kentucky e ex-líder da maioria, ficou ausente do Capitólio e fora da vista do público por mais de três meses no início deste ano após um incidente de saúde em sua casa. McConnell também pareceu enfrentar problemas médicos no Capitólio e em Kentucky, ficando imóvel durante aparições e precisando ser escoltado para longe por seus assessores.
Fontes: The New York Times Politics.