O chanceler alemão Friedrich Merz recebeu o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy na Chancelaria, em Berlim. Zelenskyy disse que o foco da visita era a coordenação diplomática, segundo o relato do liveblog. Ele também compartilhou um vídeo de sua chegada à capital alemã.

A visita ocorreu enquanto os ataques russos continuavam afetando a infraestrutura e os civis ucranianos. Na região de Odesa, no sul do país, cortes emergenciais de energia deixaram centenas de milhares de residências sem eletricidade depois que um ataque danificou gravemente uma instalação operada pela empresa privada de energia DTEK. A empresa disse que o local havia sido alvo de ataques repetidos nos últimos dois meses e que os reparos deveriam levar bastante tempo.

Em Kharkiv, mais de 60 pessoas teriam ficado feridas em um ataque a um hospital. O prefeito Ihor Terekhov disse que as explosões danificaram cerca de 1.000 janelas no prédio do hospital e em casas próximas. Ele afirmou que a cidade estava sendo alvo de mísseis balísticos e bombas planadoras.

O número de mortos em um ataque a Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, subiu para 31, segundo Mykhailo Semikin, chefe da administração regional. Cinco pessoas ficaram feridas e 48 continuavam desaparecidas enquanto as operações de busca e resgate prosseguiam. Zelenskyy disse que os ataques atingiram uma escola usada para fins humanitários. Ele alegou que mais de dez bombas foram lançadas sobre o povoado, incluindo uma que atingiu um abrigo.

Em outras notícias, a Rússia disse ter interceptado quase 500 drones ucranianos. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, disse que 493 drones se dirigiam à capital até a manhã, e que 187 foram abatidos enquanto se aproximavam da cidade. Autoridades locais russas também disseram que um ataque de drone ucraniano danificou uma refinaria de petróleo em Yaroslavl, ferindo dois funcionários.

O liveblog também informou que uma força multinacional para a Ucrânia realizou seu primeiro exercício na Polônia. A força foi proposta pela França, pela Ucrânia e pelo Reino Unido como parte da Coalizão dos Dispostos, e seu envio depende de um acordo com a Rússia sobre um cessar-fogo.

Fontes: FAZ.