A recente tragédia ferroviária em Urda reacendeu as comparações com o acidente do Alvia em Angrois, em 2013. O artigo argumenta que os dois casos revelam abordagens contrastantes à gestão de desastres ferroviários, separados por 13 anos.

O ex-ministro dos Transportes Óscar Puente afirmou que decidiu renunciar “por dignidade e pelas vítimas”, apesar da oposição de Pedro Sánchez. O artigo relata que o Partido Popular classificou a decisão como um cálculo eleitoral motivado pelas pesquisas de opinião, uma alegação que o autor rejeita. Também diz que o partido não havia invocado considerações semelhantes quando ocorreram desastres comparáveis enquanto estava no governo.

O relato de Angrois, diz o artigo, foi registrado no documentário Frankenstein 04155, dirigido por Aitor Rei. O filme recebeu um prêmio na SEMINCI, em 2015, e foi financiado por meio de financiamento coletivo pela Plataforma das Vítimas do Alvia 04155. O apelido do trem, “Frankenstein”, vinha da gíria dos trabalhadores ferroviários e se referia a uma máquina montada com peças de outros trens.

Fontes: elDiario.es.